• Início
  • Institucional
    • História
    • Equipe
    • Políticas do Laboratório
    • Certificações
    • Direitos e Deveres dos Clientes
    • Resultados institucionais
    • Código de Conduta e Ética
    • Trabalhe conosco
  • Exames e Convênios
    • Guia de Exames
    • Exames e procedimentos
    • Instruções de coleta
    • Convênios
    • Dúvidas frequentes
  • Unidades
  • Contato
  • Blog
  • Resultados online
  • Início
  • Institucional
    • História
    • Equipe
    • Políticas do Laboratório
    • Certificações
    • Direitos e Deveres dos Clientes
    • Resultados institucionais
    • Código de Conduta e Ética
    • Trabalhe conosco
  • Exames e Convênios
    • Guia de Exames
    • Exames e procedimentos
    • Instruções de coleta
    • Convênios
    • Dúvidas frequentes
  • Unidades
  • Contato
  • Blog
  • Resultados online

Proteína beta-amiloide e Alzheimer: como os novos exames de sangue auxiliam na investigação

  • Por Dra. Alessandra de Figueiredo Couto Ticle
  • 15/09/2026
Proteína beta-amiloide e Alzheimer: como os novos exames de sangue auxiliam na investigação

Quando falamos em doença de Alzheimer, uma das proteínas mais estudadas é a beta-amiloide. Seu acúmulo no cérebro está relacionado a alterações características da doença e, nos últimos anos, passou a ter ainda mais importância com o avanço dos biomarcadores utilizados na investigação neurológica.

Hoje, além de exames de imagem e análises do líquido cefalorraquidiano, já existem exames de sangue que avaliam biomarcadores associados ao Alzheimer, como o Memora e o PrecivityAD2.

Mas o que a beta-amiloide tem a ver com a doença e o que esses novos exames podem mostrar?

O que é a proteína beta-amiloide?

A beta-amiloide é um pequeno fragmento de proteína produzido naturalmente pelo organismo a partir do processamento da chamada proteína precursora amiloide (APP).

Em condições normais, esses fragmentos são produzidos e eliminados pelo organismo. Quando existe um desequilíbrio nesse processo, porém, eles podem começar a se acumular no cérebro e formar as chamadas placas amiloides.

Esses depósitos estão entre as principais alterações biológicas associadas à doença de Alzheimer.

O processo é complexo e não envolve apenas a beta-amiloide. Outra proteína importante é a tau, que também pode sofrer alterações e se acumular dentro dos neurônios. Por esse motivo, biomarcadores relacionados a essas duas proteínas têm ganhado espaço na investigação da doença.

Por que a beta-amiloide pode se acumular?

Não existe uma única causa. O desenvolvimento do Alzheimer é influenciado por diferentes fatores.

O envelhecimento é o principal fator de risco conhecido. A genética também pode ter participação, como ocorre com a variante APOE ε4 e, em formas familiares mais raras da doença, com alterações em genes como APP, PSEN1 e PSEN2.

A saúde cardiovascular também está relacionada à saúde cerebral. Hipertensão, diabetes, colesterol elevado e obesidade, por exemplo, merecem atenção ao longo da vida.

Sono adequado, atividade física, alimentação equilibrada e não fumar também fazem parte de uma rotina de cuidado com a saúde como um todo.

Isso não significa que um desses fatores, isoladamente, determine quem terá Alzheimer. A doença é multifatorial e precisa ser compreendida dentro do contexto de cada pessoa.

Como investigar alterações relacionadas ao Alzheimer?

A investigação pode envolver diferentes recursos, escolhidos pelo médico de acordo com o quadro de cada paciente.

Entre eles estão exames de imagem, como o PET amiloide, e a análise de biomarcadores no líquido cefalorraquidiano (LCR).

Mais recentemente, os avanços da medicina laboratorial também permitiram avaliar determinados biomarcadores por meio de uma amostra de sangue, tornando essa área da investigação neurológica cada vez mais acessível.

É nesse contexto que entram exames como Memora e PrecivityAD2.

Memora e PrecivityAD2: biomarcadores por meio de uma amostra de sangue

O Memora combina biomarcadores plasmáticos de alta relevância clínica para ampliar o acesso à investigação neurológica com mais praticidade, precisão e conforto ao paciente.

Já o PrecivityAD2 utiliza biomarcadores plasmáticos relacionados à beta-amiloide e à proteína tau fosforilada, fornecendo informações que podem auxiliar na avaliação de alterações biológicas associadas à doença de Alzheimer.

A possibilidade de obter essas informações por meio de uma coleta de sangue representa um avanço importante, principalmente por oferecer ao médico novas ferramentas para complementar a investigação.

É importante, porém, entender o papel desses exames: eles fazem parte do processo de investigação e seus resultados precisam ser interpretados pelo médico em conjunto com os sintomas, histórico clínico, avaliação cognitiva e demais exames do paciente.

Quando procurar avaliação médica?

Nem todo esquecimento é sinal de Alzheimer. Pequenos lapsos de memória podem acontecer no dia a dia e estar relacionados a diferentes situações.

A atenção deve aumentar quando as mudanças se tornam frequentes, progressivas ou começam a interferir na rotina. Dificuldade para lembrar acontecimentos recentes, perder-se em locais conhecidos, alterações importantes na linguagem ou no raciocínio e dificuldade para realizar tarefas que antes eram habituais são exemplos de situações que merecem avaliação profissional.

Nesses casos, procurar orientação médica é o primeiro passo para entender o que está acontecendo e, se necessário, definir quais exames podem contribuir para a investigação.

Novas possibilidades para cuidar da saúde cerebral

O conhecimento sobre a doença de Alzheimer avançou muito nos últimos anos. Hoje sabemos mais sobre o papel da beta-amiloide, da proteína tau e de outros biomarcadores, ao mesmo tempo em que novas tecnologias tornam possível investigar essas alterações de maneiras cada vez mais práticas.

Exames como Memora e PrecivityAD2 fazem parte desse novo cenário e ampliam as ferramentas disponíveis para auxiliar a investigação neurológica.

No Laboratório Santa Cecília, acompanhamos os avanços da medicina diagnóstica para oferecer acesso a novas tecnologias e exames com qualidade, precisão e segurança.

Recebeu uma solicitação para realizar o Memora ou o PrecivityAD2? Entre em contato com nossa equipe para consultar a disponibilidade dos exames e receber as orientações necessárias.

Laboratório Santa Cecília: confiança, precisão e cuidado.

Compartilhe

Contato

Rua Chagas Dória, 635
Lavras | Minas Gerais | CEP: 37200-042
  • 35 3829 2000
  • 35 98826-9171
  • contato@labsantacecilia.com.br

Navegue

  • Início
  • Institucional
    • Certificações
    • Direitos e Deveres dos clientes
    • Políticas do Laboratório
    • Equipe
    • Código de Conduta e Ética
    • Resultados institucionais
  • Contato
  • Blog
  • Exames e Convênios
    • Exames e procedimentos
    • Guia de Exames
    • Instruções de coleta
    • Instruções específicas
    • Dúvidas frequentes
    • Coleta Domiciliar
  • Unidades
    • Resultados online
  • Blog
  • Política de privacidade
  • Pesquisa de Satisfação
  • Canal de denúncias
  • Trabalhe conosco
  • Início
  • Institucional
    • Certificações
    • Direitos e Deveres dos clientes
    • Políticas do Laboratório
    • Equipe
    • Código de Conduta e Ética
    • Resultados institucionais
  • Contato
  • Blog
  • Exames e Convênios
    • Exames e procedimentos
    • Guia de Exames
    • Instruções de coleta
    • Instruções específicas
    • Dúvidas frequentes
    • Coleta Domiciliar
  • Unidades
    • Resultados online
  • Blog
  • Política de privacidade
  • Pesquisa de Satisfação
  • Canal de denúncias
  • Trabalhe conosco

Siga-nos

Facebook-f Instagram

© Todos os direitos reservados

Desenvolvido por Go I Assessoria Digital e Desenvolvimento