Lipoproteína (a): o exame que pode revelar um risco invisível para o coração

exame de lipoproteína (a)

Um risco que nem sempre aparece nos exames tradicionais

Muitas pessoas acreditam que, ao manter o colesterol dentro dos níveis considerados normais, estão totalmente protegidas contra doenças cardiovasculares. No entanto, a medicina moderna tem mostrado que essa avaliação pode não ser suficiente.

Existe um marcador pouco conhecido, mas extremamente relevante, chamado lipoproteína (a), ou simplesmente Lp(a). Ele pode indicar um risco aumentado para doenças cardíacas mesmo em pessoas com colesterol controlado.

Dosar esse marcador  é extremamente importante, pois ele pode estar elevado em pacientes que não apresentam nenhum sintoma. A Lipoproteína (a) é definida pela herança genética e vai avaliar sua predisposição a ter doenças cardiovasculares, sendo um exame crucial para a prevenção. Ou seja, trata-se de um risco silencioso que você vai conseguir detectar precocemente realizando esse exame.


O que é a lipoproteína (a)?

A lipoproteína (a) é uma partícula presente no sangue, constituída por LDL (colesterol ruim) ligado a Apolipoproteína A (proteína associada a processos inflamatórios e trombóticos).

Em termos simples, a Lp(a) é considerada um fator de risco para doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

Diferente de outros tipos de colesterol, seus níveis são determinados principalmente pela genética. Isso significa que hábitos saudáveis ajudam na saúde geral, mas podem não ser suficientes para reduzir níveis elevados de Lp(a).


Por que a lipoproteína (a) é importante para o coração?

Nos últimos anos, diretrizes internacionais passaram a destacar a importância da Lp(a) na avaliação do risco cardiovascular.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia e outras entidades médicas reconhecem que níveis elevados dessa lipoproteína estão associados a:

  • Maior risco de infarto
  • Maior risco de AVC
  • Desenvolvimento precoce de doenças cardiovasculares
  • Formação de placas de gordura nas artérias

O mais relevante é que esse risco pode existir mesmo quando outros exames, como colesterol total e LDL, estão dentro da normalidade.


Quem deve fazer o exame de lipoproteína (a)?

Uma das dúvidas mais comuns é: “todo mundo precisa medir a Lp(a)?”

De acordo com recomendações atuais, o exame pode ser especialmente indicado para pessoas que apresentam:

  • Histórico familiar de doenças cardíacas precoces
  • Infarto ou AVC sem causa aparente
  • Colesterol normal, mas com alto risco cardiovascular
  • Repetição de eventos cardiovasculares
  • Dislipidemias de difícil controle

Além disso, algumas diretrizes sugerem que a dosagem seja feita pelo menos uma vez na vida, justamente por seu caráter genético.


Como é feito o exame de lipoproteína (a)?

O exame é simples e realizado por meio de coleta de sangue. 

Não é necessário fazer jejum.


O que significa lipoproteína (a) alta? 

Essa é uma das perguntas mais buscadas sobre o tema.

👉 Resposta direta:
Níveis elevados de lipoproteína (a) indicam maior risco cardiovascular, mesmo que outros exames estejam normais.

Isso não significa que a pessoa terá necessariamente um problema cardíaco, mas indica que o acompanhamento deve ser mais rigoroso.

O médico pode recomendar:

  • Monitoramento mais frequente
  • Controle mais rigoroso de colesterol e pressão
  • Mudanças no estilo de vida
  • Estratégias terapêuticas específicas

É possível reduzir a lipoproteína (a)?

Essa é uma questão importante  pois a  Lipoproteína (a) não responde de forma direta à dietas, exercícios e medicamentos.

Como seus níveis são geneticamente determinados, o foco do tratamento geralmente está em controlar outros fatores de risco associados. É preciso focar na redução do risco cardiovascular global, uma vez que, atualmente, não existem medicamentos aprovados especificamente para baixar a Lipoproteína (a). Portanto o tratamento ideal para pacientes com Lipoproteína (a) alta é focar na redução do Colesterol LDL, caso esteja aumentado, mudar estilo de vida (dietas, exercícios físicos, controle do peso e não fumar) e fazer monitoramento  com cardiologista, pois a Lipoproteína (a) elevada está associada ao aumento do risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e estenose aórtica, mas não significa que você necessariamente terá esses problemas. Mas é um alerta para quem tem nível elevado se cuidar a fim não desenvolver essas doenças.


Por que incluir a Lp(a) no seu check-up?

A inclusão da lipoproteína (a) no check-up representa um avanço na medicina preventiva.

Ela permite identificar um risco que, até pouco tempo atrás, passava despercebido.

Em um cenário em que as doenças cardiovasculares continuam sendo uma das principais causas de morte, ampliar a investigação é uma estratégia essencial para reduzir riscos.

Mais do que tratar doenças, o objetivo é antecipar o diagnóstico e prevenir.


O papel dos exames laboratoriais na avaliação cardiovascular completa

A avaliação do risco cardiovascular vai muito além de um único exame. Essa avaliação deve ser feita por um médico. Ela envolve a análise conjunta de exames físicos (pressão arterial, peso), exames laboratoriais (colesterol total e frações, triglicérides,  glicose, Hemoglobina Glicada, Creatinina, Lipoproteína (a) ), análise de histórico familiar e hábitos de vida.

A lipoproteína (a) entra nesse contexto como um complemento importante, ajudando a tornar o diagnóstico mais completo e preciso.

Por isso, a escolha de um laboratório confiável é fundamental para garantir a qualidade dos resultados.


Laboratório Santa Cecília: precisão para decisões importantes

Com mais de 50 anos de tradição, o Laboratório Santa Cecília oferece excelência em exames laboratoriais, com foco em qualidade, tecnologia e segurança.

A unidade possui certificação ISO 9001 e acreditação ONA, que garantem rigor nos processos e confiabilidade nos resultados.

Além disso, conta com equipamentos modernos e uma equipe qualificada, preparada para oferecer suporte em todas as etapas do atendimento.

Quando se trata de saúde do coração, cada detalhe importa — e isso começa com exames precisos, que o Laboratório Santa Cecília pode te fornecer.


Conclusão: conhecer seu risco é o primeiro passo para prevenir

A lipoproteína (a) representa um dos avanços mais importantes na avaliação do risco cardiovascular.

Mesmo sendo pouco conhecida, ela pode revelar um risco invisível que nem sempre aparece nos exames tradicionais.

Incluir esse marcador no check-up é uma forma de ampliar o cuidado com a saúde e tomar decisões mais seguras.

Prevenção começa com informação  e com exames confiáveis.

Aviso de Responsabilidade Médica

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a avaliação médica. Consulte sempre um profissional de saúde para diagnóstico e orientação individualizada.

Exames preventivos salvam vidas: o que o Dia Mundial da Saúde nos ensina sobre cuidar do futuro

Prevenir antes de sentir: o novo olhar sobre saúde

Todos os anos, o Dia Mundial da Saúde, instituído pela Organização Mundial da Saúde, reforça uma mensagem que vem ganhando cada vez mais força na medicina moderna: não é preciso esperar os sintomas aparecerem para cuidar da saúde.

Esse conceito representa uma mudança importante na forma como lidamos com o corpo. Durante muito tempo, a busca por atendimento médico estava diretamente ligada à presença de dor ou desconforto. Hoje, com o avanço da ciência e da medicina preventiva, sabe-se que muitas doenças se desenvolvem silenciosamente — e é justamente nesse intervalo que os exames preventivos se tornam decisivos.

Realizar exames regularmente não significa buscar problemas onde não existem, mas sim antecipar riscos, identificar alterações precoces e garantir mais qualidade de vida ao longo dos anos.


O que são exames preventivos e por que eles são tão importantes

Os exames preventivos são testes realizados mesmo quando não há sintomas aparentes. Seu objetivo é detectar alterações no organismo em fases iniciais, muitas vezes antes que qualquer sinal clínico se manifeste.

Essa abordagem é especialmente importante quando falamos de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e dislipidemias, além de diversos tipos de câncer. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, a identificação precoce dessas condições aumenta significativamente as chances de tratamento eficaz e redução de mortalidade.

Em termos práticos, isso significa que um exame simples, como um hemograma ou uma glicemia, pode revelar alterações importantes que, se tratadas a tempo, evitam complicações futuras.


Doenças silenciosas: o maior risco invisível

Um dos principais desafios da saúde moderna é justamente o caráter silencioso de muitas doenças. É comum que condições como colesterol elevado, alterações hormonais ou até mesmo alguns tipos de câncer avancem sem sintomas claros nas fases iniciais.

Esse cenário cria uma falsa sensação de bem-estar. A pessoa se sente saudável, mantém sua rotina normalmente e, muitas vezes, só descobre a doença em estágios mais avançados.

É por isso que os exames preventivos são frequentemente associados à ideia de “salvar vidas”. Eles permitem enxergar o que ainda não pode ser sentido.

Ao detectar uma alteração no início, o médico pode intervir com mais precisão, seja por meio de mudanças no estilo de vida, acompanhamento clínico ou tratamento específico.


Quando fazer exames de rotina? Uma dúvida comum

Uma das perguntas mais frequentes entre pacientes é: “preciso fazer exames mesmo sem sentir nada?”

A resposta, baseada em diretrizes de entidades como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, é sim.

De forma geral, adultos devem realizar um check-up anual, mesmo na ausência de sintomas. No entanto, essa frequência pode variar de acordo com fatores individuais, como idade, histórico familiar, presença de doenças crônicas e estilo de vida.

Pessoas com fatores de risco — como sedentarismo, obesidade, tabagismo ou histórico familiar de doenças cardiovasculares — podem precisar de acompanhamento mais próximo.

Mais do que seguir uma regra fixa, o ideal é entender que o cuidado com a saúde deve ser contínuo e personalizado.


O papel dos exames laboratoriais na medicina preventiva

Os exames laboratoriais ocupam uma posição central na prevenção. Eles fornecem dados objetivos sobre o funcionamento do organismo, permitindo uma avaliação mais precisa do estado de saúde.

Por meio de análises de sangue, urina e outros materiais biológicos, é possível identificar alterações metabólicas, hormonais, inflamatórias e até mesmo sinais iniciais de doenças mais complexas.

Exames como glicemia, colesterol, função renal e tireoidiana estão entre os mais solicitados em check-ups de rotina justamente por oferecerem uma visão ampla do organismo.

Além disso, exames específicos podem ser indicados de acordo com o perfil do paciente, ampliando ainda mais a capacidade de prevenção.

O Laboratório Santa Cecília disponibiliza vários tipos de check-ups que podem e devem ser feitos anualmente. Esses check-ups possuem preços reduzidos quando comparados com cada exame realizado separadamente. Procure uma de nossas unidades e faça o check-up que mais se enquadra no seu perfil.


Prevenção também é qualidade de vida

Quando se fala em prevenção, muitas pessoas pensam apenas em evitar doenças graves. No entanto, os benefícios vão muito além disso.

A realização periódica de exames permite acompanhar o funcionamento do organismo ao longo do tempo, identificar pequenas alterações e ajustar hábitos antes que elas se tornem problemas maiores.

Isso impacta diretamente na qualidade de vida, na disposição diária e até na longevidade.

Cuidar da saúde de forma preventiva é, na prática, uma forma de investir no próprio futuro.


A importância de escolher um laboratório confiável

Outro ponto essencial nesse processo é a qualidade dos exames realizados. Resultados laboratoriais são a base para decisões médicas importantes, e qualquer imprecisão pode comprometer diagnósticos e tratamentos.

Por isso, é fundamental escolher um laboratório que siga padrões rigorosos de qualidade, utilize tecnologia avançada e conte com uma equipe qualificada.


Laboratório Santa Cecília: tradição e excelência em diagnóstico

Com mais de 50 anos de atuação, o Laboratório Santa Cecília se consolidou como referência em medicina diagnóstica, unindo tradição, inovação e compromisso com a saúde.

A instituição possui certificação ISO 9001, que atesta a qualidade dos seus processos, e acreditação ONA, reconhecida nacionalmente pela excelência em serviços de saúde.

Além disso, investe continuamente em tecnologia e capacitação profissional, garantindo resultados rápidos, precisos e seguros.

Mais do que realizar exames, o laboratório atua como parceiro no cuidado com a saúde, acompanhando cada paciente com atenção e responsabilidade.


Cuidar hoje para viver melhor amanhã

O Dia Mundial da Saúde é mais do que uma data no calendário. É um convite à reflexão sobre como estamos cuidando do nosso corpo e das nossas escolhas.

Os exames preventivos representam uma das ferramentas mais eficazes da medicina moderna para garantir diagnóstico precoce, evitar complicações e promover qualidade de vida.

Em um cenário em que muitas doenças evoluem de forma silenciosa, a prevenção deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade.

Cuidar da saúde não deve ser uma reação ao problema, mas uma atitude constante.

Alterações Hormonais na Menopausa: Quando Investigar?

Alterações Hormonais na Menopausa: Quando Investigar?

A menopausa é uma fase natural e inevitável na vida de toda mulher, marcando o fim da vida reprodutiva. No entanto, essa transição é acompanhada por uma série de alterações hormonais significativas que podem impactar profundamente o bem-estar físico e emocional. A diminuição gradual da produção de estradiol e progesterona pelos ovários desencadeia uma cascata de sintomas que variam em intensidade e duração de mulher para mulher. Compreender essas mudanças, reconhecer os sinais que o corpo envia e saber quando é o momento de investigar essas alterações através de exames é fundamental para viver essa fase com mais saúde e qualidade de vida. Este artigo visa esclarecer as principais dúvidas sobre as alterações hormonais na menopausa, a importância do acompanhamento médico e como o Laboratório Santa Cecília pode ser um aliado nessa jornada.

O Ciclo Hormonal Feminino e a Transição para a Menopausa

Ao longo da vida reprodutiva, o corpo feminino é regido por um delicado equilíbrio hormonal, principalmente entre progesterona e estrogênio (termo referente a um grupo de hormônios produzidos principalmente pelos ovários nas mulheres. Dentre os tipos de estrogênio, o estradiol é a forma mais ativa e predominante durante os anos reprodutivos da mulher; mas também podemos encontrar a estrona e o estriol). 

Esses hormônios são responsáveis pela regulação do ciclo menstrual, fertilidade, saúde óssea, cardiovascular e cerebral.

Com o passar dos anos a produção desses hormônios começa a flutuar e diminuir e a mulher entra na fase de climatério. O climatério, que na prática, porém erroneamente, muitos chamam de menopausa, é o período de transição abrangente (normalmente dos 45 aos 55 anos) onde a mulher sai da fase fértil para a não reprodutiva. A menopausa em si é um evento único dentro dessa fase: o marco da última menstruação, confirmado após 12 meses consecutivos sem sangramentos. O climatério engloba a perimenopausa, a própria menopausa e a pós-menopausa.

Principais Alterações Hormonais e Seus Sintomas

O principal responsável pelos sintomas característicos da menopausa é a queda de estrogênio. Isso porque esse grupo de hormônios não serve só para regular o ciclo menstrual, mas age ainda sobre o coração e os vasos sanguíneos, os ossos, o trato urinário, a pele e até o cérebro

As alterações hormonais no climatério (menopausa) são as grandes responsáveis pelos sintomas que muitas mulheres sentem. A queda nos níveis de estrogênio, em particular, afeta diversos sistemas do corpo:

  • Ondas de calor ou fogachos ou suores noturnos: episódios súbitos de sensação de calor na face, pescoço e parte superior do tronco, geralmente acompanhados de rubor facial, suores, palpitações no coração, vertigens e até cansaço muscular. 
  •  Irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo: devido a diminuição de folículos ovarianos e queda na produção de hormônios, resultando em ciclos sem ovulação (anovulatórios) e, por vezes, espessamento do endométrio
  • Alterações do sono: dificuldade para dormir, insônia, muitas vezes agravadas pelos suores noturnos.
  • Alterações de humor: irritabilidade, ansiedade, depressão e labilidade emocional são comuns devido à influência hormonal no sistema nervoso central.
  • Ressecamento vaginal e dispareunia: a diminuição do estrogênio afeta a lubrificação e a elasticidade da mucosa vaginal, causando desconforto nas relações sexuais.
  • Diminuição da libido: a redução dos hormônios sexuais pode impactar o desejo sexual.
  • Perda de massa óssea (Osteopenia/Osteoporose): o estrogênio desempenha um papel protetor nos ossos. Sua queda acelera a perda óssea, aumentando o risco de osteoporose e fraturas.
  • Alterações cardiovasculares: o estrogênio também tem um efeito protetor no sistema cardiovascular. Sua diminuição pode aumentar o risco de doenças cardíacas.
  • Ganho de peso e alterações metabólicas: a distribuição de gordura pode mudar, com tendência ao acúmulo na região abdominal, e o metabolismo pode ficar mais lento.
  • Problemas de memória e concentração: algumas mulheres relatam dificuldade de concentração e lapsos de memória.
  • Alterações na pele, nos cabelos e nas unhas: diminuição do estrogênio, reduz o colágeno e a hidratação o que resulta em pele mais fina, seca e flácida, cabelos com fios mais finos, secos, opacos, com crescimento lento e maior propensão à quebra e queda e unhas  fracas, quebradiças, secas e com crescimento lento devido à menor produção de queratina.

Quando Investigar as Alterações Hormonais na Menopausa?

A investigação das alterações hormonais  é fundamental para um diagnóstico preciso e para a definição do melhor plano de tratamento. Embora a menopausa seja um processo natural, a intensidade dos sintomas e o impacto na qualidade de vida variam. É crucial procurar um médico (ginecologista ou endocrinologista) quando:

  • Os sintomas afetam a qualidade de vida: Se as ondas de calor, insônia, alterações de humor ou dor estão prejudicando significativamente o dia a dia.
  • Há dúvida sobre o diagnóstico: Em casos de irregularidades menstruais em idade próxima à menopausa, para confirmar se os sintomas são realmente decorrentes dessa transição ou de outras condições.
  • Para avaliar riscos: Para monitorar a saúde óssea (osteoporose), cardiovascular e metabólica, que podem ser afetadas pela queda hormonal.
  • Antes de iniciar terapias: Se houver indicação de Terapia de Reposição Hormonal (TRH) ou outras intervenções, exames são essenciais para avaliar a elegibilidade e monitorar a segurança.

Exames Laboratoriais Chave na Investigação Hormonal:

Diversos exames laboratoriais são utilizados para investigar as alterações hormonais na menopausa e avaliar a saúde geral da mulher:

  • Hormônio Folículo-Estimulante (FSH) e Hormônio Luteinizante (LH): Níveis elevados de FSH e LH são indicadores clássicos da menopausa, pois o corpo tenta estimular os ovários a produzirem mais estrógeno através de uma produção maior desses hormônios pela hipófise. Durante a transição (perimenopausa) esses hormônios podem apresentar variações antes de se estabilizarem em patamares mais altos.
  • Estradiol (E2): Níveis baixos de estradiol confirmam a diminuição da produção ovariana de estrogênio.
  • Hormônio Tireoestimulante (TSH) e Hormônios Tireoidianos (T3 Total e Livre, T4 Total e Livre):  A menopausa e o hipotireoidismo compartilham sintomas semelhantes. A avaliação com exames de sangue (TSH, T4 livre) é fundamental para distinguir se a causa dos sintomas é a flutuação hormonal da menopausa ou uma disfunção tireoidiana.
  • Vitamina D: A deficiência de Vitamina D é comum e pode agravar a perda óssea na menopausa. Sua dosagem é fundamental para a suplementação adequada.
  • Perfil Lipídico (Colesterol Total e Frações, Triglicérides): A queda do estrogênio pode impactar o perfil lipídico, aumentando o risco cardiovascular. O monitoramento é essencial.
  • Glicemia e Hemoglobina Glicada: Para avaliar o risco de diabetes, que pode ser influenciado por alterações metabólicas na menopausa.
  • Densitometria Óssea: Embora não seja um exame laboratorial, é um exame de imagem crucial para avaliar a densidade óssea e diagnosticar osteopenia ou osteoporose.

Laboratório Santa Cecília: Seu Aliado na Saúde Hormonal Feminina

No Laboratório Santa Cecília, reconhecemos a importância de um acompanhamento preciso e humanizado durante a menopausa. Com mais de 50 anos de tradição e excelência, somos um laboratório certificado com ISO 9001 e acreditado com excelência pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Essas certificações são a garantia da máxima qualidade e confiabilidade em todos os nossos exames hormonais e metabólicos.

Nossa equipe especializada e tecnologia de ponta estão à disposição para oferecer os exames necessários para investigar suas alterações hormonais, fornecendo resultados precisos que auxiliarão seu médico a traçar o melhor plano de cuidado. Priorizamos um atendimento acolhedor e empático, compreendendo as particularidades dessa fase da vida. Conte com o Laboratório Santa Cecília para ter a segurança e a confiança de que sua saúde está sendo monitorada com o mais alto padrão de qualidade.

Conclusão:A menopausa é uma fase de transformações, e as alterações hormonais são parte intrínseca desse processo. Investigar essas mudanças com o apoio de exames laboratoriais é um passo fundamental para um manejo eficaz dos sintomas e para a prevenção de condições de saúde a longo prazo. Não hesite em conversar com seu médico sobre suas preocupações e, se necessário, conte com a excelência do Laboratório Santa Cecília para realizar seus exames com precisão e cuidado. Sua saúde merece atenção em todas as fases da vida.

Aviso de Responsabilidade Médica: este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta e o diagnóstico médico. Sempre procure um profissional de saúde para avaliação e orientação individualizada.

Beta HCG: Quando Fazer, Tipos e Confiabilidade do Exame

Beta HCG: Quando Fazer, Tipos e Confiabilidade do Exame

A notícia de uma possível gravidez é um momento de grande expectativa e, muitas vezes, de ansiedade. Em meio a tantas emoções, a busca por uma confirmação rápida e confiável se torna prioritária. O exame Beta HCG (gonadotrofina coriônica humana) é a ferramenta mais utilizada e precisa para detectar a gestação, sendo capaz de identificar a presença do hormônio produzido pelo embrião após a implantação no útero. Compreender quando realizar o exame, os diferentes tipos disponíveis e a confiabilidade dos resultados é fundamental para as mulheres que desejam confirmar uma gravidez. Este artigo visa esclarecer todas as dúvidas sobre o Beta HCG, oferecendo informações claras e seguras para que você possa tomar decisões informadas sobre sua saúde e planejamento familiar, com o apoio da excelência do Laboratório Santa Cecília.

O que é o Hormônio Beta HCG e Sua Função na Gravidez?

O Beta HCG é um hormônio glicoproteico produzido pelas células do trofoblasto, que mais tarde formará a placenta, logo após a implantação do embrião no útero. Sua principal função é manter o corpo lúteo ativo nos primeiros meses de gravidez, garantindo a produção de progesterona, hormônio essencial para a manutenção da gestação. Os níveis de Beta HCG aumentam rapidamente nas primeiras semanas de gravidez, duplicando a cada 48 a 72 horas, o que o torna um excelente marcador para a detecção precoce e acompanhamento da viabilidade gestacional. A presença e a concentração desse hormônio no sangue ou na urina são os indicadores da gravidez.

Quando Realizar o Exame Beta HCG?

A ansiedade para confirmar a gravidez pode levar muitas mulheres a realizar o teste muito cedo. No entanto, é importante respeitar o tempo biológico para garantir a confiabilidade do resultado. O exame Beta HCG quantitativo no sangue pode ser realizado:

  • Após o Atraso Menstrual: A partir do primeiro dia de atraso da menstruação, no exame de sangue, já é possível detectar a gravidez. Em alguns casos, pode ser detectado até mesmo antes do atraso ou um pouco mais tardiamente. Existe uma variação biológica que é individual e dependente de cada organismo.
  • 10 a 14 Dias Após a Ovulação: Para mulheres que monitoram a ovulação, o exame de sangue pode ser feito cerca de 10 a 14 dias após a ovulação e possível fecundação. É importante lembrar que a implantação do embrião no útero ocorre geralmente entre 6 a 12 dias após a fecundação, a produção de HCG só começa após essa implantação e o aumento desse hormônio é variável em cada mulher.

É sempre recomendável conversar com um médico para determinar o momento ideal para realizar o exame, considerando o histórico menstrual e a data da última relação sexual.

Tipos de Exame Beta HCG: Qual a Diferença?

Existem dois principais tipos de exame Beta HCG, cada um com suas particularidades:

  • Beta HCG Qualitativo (Sangue): Este exame detecta apenas a presença ou ausência do hormônio HCG no sangue. O resultado é geralmente expresso como “positivo” ou “negativo”. Embora seja um teste confiável, ele é menos sensível que o Beta HCG quantitativo, podendo demorar mais para identificar a presença do hormônio. Por isso, recomenda-se realizá-lo em um momento mais tardio, preferencialmente após alguns dias de atraso menstrual.
  • Beta HCG Quantitativo (Sangue): Além de detectar a presença do hormônio, este exame mede a sua concentração no sangue, expressa em mUI/mL..É um teste mais sensível que o teste qualitativo e através desse exame é possível detectar a gravidez mais precocemente, realizando a coleta conforme descrito no item acima: Quando Realizar o Exame Beta HCG?

Este exame é útil para: 

  • Confirmar a Gravidez: Normalmente valores menores ou iguais a 5,0 mUI/mL correlacionam-se com ausência de gravidez. Valores maiores ou iguais a 25,0 mUI/mL correlacionam-se geralmente com gravidez. Valores entre 5,0 e 25,0 mUI/mL são considerados indeterminados.
  • Monitorar a Evolução da Gravidez: O acompanhamento do aumento dos níveis de HCG pode indicar a viabilidade da gestação nas primeiras semanas. Uma elevação inadequada ou a diminuição da concentração do hormônio pode sugerir uma gravidez ectópica ou um aborto espontâneo.
  • Testes de Farmácia (Urina): São testes qualitativos que detectam a presença de HCG na urina. São práticos e podem ser feitos em casa, mas geralmente são menos sensíveis que o exame de sangue e podem demorar mais para dar um resultado positivo.

Confiabilidade do Exame Beta HCG: O que Você Precisa Saber

O exame de sangue Beta HCG é considerado o método mais confiável para confirmar a gravidez. Sua precisão é superior a 99% quando realizado no momento adequado. Fatores que podem influenciar a confiabilidade incluem:

  • Momento da Realização: Realizar o exame muito cedo, antes da implantação do embrião ou antes que os níveis de HCG sejam detectáveis, pode resultar em um falso negativo.
  • Sensibilidade do Teste: Diferentes testes podem ter diferentes níveis de sensibilidade. Os exames laboratoriais de sangue são geralmente mais sensíveis que os testes de farmácia.
  • Medicações: Raramente, algumas medicações (como aquelas que contêm HCG) podem interferir no resultado. É importante informar ao médico e ao laboratório sobre qualquer medicamento em uso.

Laboratório Santa Cecília: Respostas Rápidas e Confiáveis para um Momento Especial

No Laboratório Santa Cecília, entendemos a delicadeza e a importância do momento da confirmação da gravidez. Com mais de 50 anos de tradição e excelência, somos um laboratório certificado com ISO 9001 e acreditado com excelência pela ONA (Organização Nacional de Acreditação). Essas certificações garantem a máxima precisão e confiabilidade em todos os nossos exames, incluindo o Beta HCG.

Nosso diferencial é a entrega do resultado do exame Beta HCG no mesmo dia, proporcionando a você a resposta que busca com a agilidade que a vida pede. Nossa equipe é altamente qualificada e oferece um atendimento humanizado, acolhendo cada mulher com respeito e empatia. Acreditamos que a informação precisa e rápida é fundamental para a sua tranquilidade e para que você possa iniciar o pré-natal com segurança. Conte com o Laboratório Santa Cecília para estar ao seu lado neste momento tão especial, oferecendo a confiança e a qualidade que você merece.

O exame Beta HCG é uma ferramenta essencial e altamente confiável para a confirmação da gravidez. Saber quando e como realizá-lo, além de compreender os tipos disponíveis, é fundamental para gerenciar a expectativa e obter uma resposta precisa. O Laboratório Santa Cecília se destaca por oferecer esse exame com a máxima agilidade e confiabilidade, garantindo que você tenha acesso rápido à informação que precisa. Em um momento tão significativo, a escolha de um laboratório de excelência faz toda a diferença. Não hesite em procurar seu médico para orientação e conte com o Laboratório Santa Cecília para cuidar da sua saúde com carinho e precisão.


Aviso de Responsabilidade Médica: este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta e o diagnóstico médico. Sempre procure um profissional de saúde para avaliação e orientação individualizada.

HPV: Exame Essencial na Prevenção do Câncer de Colo do Útero

HPV: Exame Essencial na Prevenção do Câncer de Colo do Útero

O Papilomavírus Humano (HPV) é uma infecção sexualmente transmissível (IST) extremamente comum, sendo a principal causa do câncer de colo do útero. Estima-se que a maioria das pessoas sexualmente ativas será infectada por algum tipo de HPV em algum momento da vida. Embora muitas infecções sejam transitórias e regridam espontaneamente, a persistência de subtipos de HPV de alto risco pode levar ao desenvolvimento de lesões pré-cancerígenas e, eventualmente, ao câncer. A boa notícia é que podemos prevenir o câncer de colo do útero e o exame de HPV desempenha um papel crucial nessa estratégia. Com a nova diretriz brasileira de 2025 priorizando o teste molecular DNA-HPV como exame primário de rastreamento, a compreensão sobre a importância deste método se torna ainda mais vital para a saúde feminina. Este artigo explora a relevância do exame de HPV, a evolução das recomendações e como o Laboratório Santa Cecília está preparado para oferecer o que há de mais moderno e seguro na prevenção.

O HPV e o Câncer de Colo do Útero: Uma Conexão Direta

HPV é a sigla em inglês para Papilomavírus Humano. Trata-se de um vírus capaz de infectar a pele, mucosas oral, genital ou anal das pessoas, podendo causar desde verrugas até câncer, dependendo do tipo do vírus e da persistência de infecção. Existem mais de 200 tipos de HPV, alguns são considerados de baixo risco (associados a verrugas genitais) e outros de alto risco (associados ao câncer). Os tipos 16 e 18 são responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero. A infecção por HPV é silenciosa na maioria das vezes, o que significa que a mulher pode estar infectada sem apresentar sintomas visíveis. É essa característica assintomática que torna o rastreamento tão importante. A infecção persistente por um HPV de alto risco pode causar alterações nas células do colo do útero, que, se não forem detectadas e tratadas, podem evoluir para o câncer ao longo de anos. A vacinação contra o HPV é uma medida primária de prevenção fundamental e o rastreamento continua sendo essencial para as mulheres que já iniciaram a vida sexual.

A Evolução do Rastreamento: Novas Diretrizes e o Teste DNA-HPV

Historicamente, o Papanicolau (citologia oncótica) tem sido o principal método de rastreamento do câncer de colo do útero. No entanto, a medicina está em constante evolução, e novas evidências apontam para a superioridade do teste molecular DNA-HPV como exame primário. A nova diretriz, de julho de 2025, reflete essa mudança de paradigma, alinhando o Brasil às práticas de países desenvolvidos que já adotam o DNA-HPV como primeira linha de rastreamento.

Por que o Teste DNA-HPV é Mais Eficaz?

O teste DNA-HPV oferece vantagens significativas em relação ao Papanicolau isolado:

  • Maior Sensibilidade: O teste DNA-HPV é mais sensível na detecção de lesões de alto grau e do próprio vírus, o que significa que ele tem uma capacidade maior de identificar mulheres que realmente estão em risco de desenvolver câncer de colo do útero. Isso se traduz em uma redução da taxa de falso-negativos, ou seja, menos casos de mulheres com lesões que não são identificadas pelo exame.
  • Redução de Falso-Negativos: Ao detectar a presença do vírus antes mesmo que as alterações celulares se tornem visíveis na citologia, o DNA-HPV permite uma intervenção mais precoce, quando necessário, e um intervalo maior entre os exames para mulheres com resultado negativo.
  • Identificação de Subtipos de Alto Risco: O teste pode identificar especificamente os tipos de HPV de alto risco (como 16 e 18), fornecendo informações cruciais para a estratificação de risco e a tomada de decisão clínica. Saber qual tipo de HPV está presente pode influenciar a frequência do acompanhamento e a necessidade de exames adicionais.
  • Otimização da Conduta Clínica: Com um resultado mais preciso e preditivo, o médico ginecologista pode otimizar a conduta, evitando procedimentos desnecessários para mulheres com baixo risco e direcionando o acompanhamento para aquelas que realmente precisam de atenção. Isso resulta em um rastreamento mais eficiente e menos invasivo para a paciente.
  • Segurança no Rastreamento: A maior sensibilidade e a capacidade de identificar o agente causal da doença conferem ao teste DNA-HPV uma segurança superior no rastreamento, contribuindo para a redução da incidência e mortalidade por câncer de colo do útero.

O Papel do Laboratório Santa Cecília na Prevenção do Câncer de Colo do Útero

O Laboratório Santa Cecília, com sua tradição de mais de 50 anos e o compromisso com a inovação em saúde disponibiliza esse exame de acordo com a  nova diretriz de rastreamento do câncer de colo do útero. Somos um laboratório certificado com ISO 9001 e acreditado com excelência pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), garantindo a máxima qualidade e confiabilidade em todos os nossos exames, incluindo o teste molecular DNA-HPV.

Nossa equipe técnica é altamente especializada e utiliza tecnologia de ponta para assegurar resultados precisos e rápidos. Compreendemos a importância de um diagnóstico precoce e oferecemos um atendimento humanizado, acolhendo cada paciente com a atenção e o respeito que merece. Ao escolher o Laboratório Santa Cecília, você opta por um parceiro que está alinhado com as práticas mais atualizadas da medicina, contribuindo ativamente para a sua saúde e bem-estar. Estamos prontos para auxiliar você e seu médico nessa jornada de prevenção, oferecendo um rastreamento seguro e eficaz.

Conclusão: a prevenção do câncer de colo do útero é uma prioridade de saúde pública, e o exame de HPV é uma ferramenta essencial nessa luta. A transição para o teste molecular DNA-HPV como exame primário representa um avanço significativo, oferecendo maior sensibilidade e segurança no rastreamento. É fundamental que as mulheres estejam informadas sobre essa evolução e conversem com seus ginecologistas sobre a melhor estratégia de prevenção para cada caso. O Laboratório Santa Cecília reafirma seu compromisso com a saúde feminina, disponibilizando tecnologia de ponta e expertise para um diagnóstico preciso e um futuro mais saudável. Não adie seu cuidado; a prevenção é o melhor caminho.

Aviso de Responsabilidade Médica: este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta e o diagnóstico médico. Sempre procure um profissional de saúde para avaliação e orientação individualizada.

Importância da Dosagem de Vitaminas: por que esse exame é essencial para sua saúde?

1. Por que avaliar vitaminas é tão importante?

As vitaminas são fundamentais para manter o corpo em equilíbrio, participando de funções como imunidade, disposição, produção de energia, saúde da pele e dos cabelos e até o funcionamento adequado do sistema nervoso. Quando seus níveis estão baixos ou excessivamente altos, o organismo começa a apresentar sinais que muitas vezes passam despercebidos. A dosagem de vitaminas permite identificar essas alterações silenciosas e orientar ajustes simples, mas extremamente importantes para o bem-estar geral.


2. Deficiências silenciosas e seus impactos

Grande parte das deficiências vitamínicas se desenvolve de forma lenta e discreta. Sintomas como cansaço constante, irritabilidade, queda de cabelo, fraqueza, dificuldade de concentração e baixa imunidade podem ser facilmente confundidos com estresse ou rotina pesada. No entanto, eles podem indicar carências nutricionais que, ao serem identificadas precocemente por meio de exames, evitam a progressão para quadros mais sérios. Portanto atente-se aos sintomas!

Abaixo segue uma lista de sintomas relacionados a deficiência de:

 Vitamina A: 

  • Maior suscetibilidade a resfriados e infecções respiratórias; 
  • Pele seca, áspera e escamosa; 
  • Feridas cutâneas que demoram para cicatrizar; 
  • Atraso no crescimento e baixa estatura em crianças;
  • Sistema imunológico enfraquecido;
  • Cegueira noturna (dificuldade para enxergar em condições de pouca luz); 
  • Em casos graves, pode ocorrer xeroftalmia, uma condição na qual a córnea fica seca e opaca, possivelmente levar à cegueira permanente se não houver tratamento.

Vitamina B12:

  • Anemia;
  • Cansaço, fraqueza e tontura;
  • Perda de peso;
  • Problemas de memória e outras funções cognitivas;
  • Sintomas depressivos;
  • Formigamento nos pés e/ou nas mãos;
  • Dores de cabeça;
  • Depressão, irritabilidade e ansiedade.

Vitamina C

  • Cansaço, fadiga e fraqueza;
  • Dores nas articulações e musculares;
  • Irritabilidade e mau-humor;
  • Perda de apetite e perda de peso;
  • Dificuldade de cicatrização de feridas;
  • Maior suscetibilidade a infecções; 
  • Gengivas inchadas, arroxeadas, esponjosas e sangramento gengival;
  • Cabelo seco e quebradiço.

    Vitamina D

  • Dores musculares e ósseas;
  • Fraqueza muscular, que pode dificultar atividades físicas diárias;
  • Fadiga e cansaço excessivo persistente;
  • Baixa imunidade, resultando em gripes e resfriados mais frequentes;
  • Queda de cabelo;
  • Em casos graves ou crônicos, pode levar a problemas ósseos como osteoporose e aumento do risco de fraturas, principalmente em idosos;
  • Dificuldades para dormir.

3. A importância da dosagem para quem usa suplementos

Muitas pessoas fazem suplementação vitamínica por conta própria, sem acompanhamento profissional, o que pode levar a desequilíbrios. Vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K, se acumulam no organismo e podem causar toxicidade quando ingeridas em excesso. A dosagem laboratorial permite avaliar se o uso de suplementos está realmente trazendo benefícios e, quando necessário, ajustar as quantidades de forma segura e personalizada.


4. Grupos que mais se beneficiam do exame

Gestantes, idosos, atletas, pessoas com dietas restritivas e indivíduos com distúrbios de absorção intestinal costumam apresentar maior risco de desequilíbrios vitamínicos. Para esses grupos, o monitoramento regular é essencial para prevenir complicações, fortalecer a imunidade e melhorar o desempenho físico e cognitivo. 


5. Quais vitaminas podem ser avaliadas no Laboratório Santa Cecília?

O Laboratório Santa Cecília realiza a dosagem de várias vitaminas: A, B1, B2, B3, B5, B6, Ácido Fólico (B9), B12, C, D, E e K. Cada exame é feito com tecnologia moderna, assegurando resultados confiáveis e um diagnóstico nutricional claro e objetivo.


6. Como o exame funciona e quais cuidados são necessários?

A coleta é simples, geralmente realizada por meio de sangue venoso. Dependendo da vitamina analisada, pode haver necessidade de jejum ou pausa temporária na suplementação. A equipe do Laboratório Santa Cecília orienta cada etapa com atenção e cuidado, garantindo que o exame seja feito da forma mais adequada possível para refletir o estado real do paciente.


7. Alimentação, fonte de vitaminas:

Os alimentos são fontes de vitamina, por isso é extremamente importante uma dieta balanceada e nutritiva. Segue abaixo uma lista com os alimentos que contêm:

Vitamina A

  • Alimentos de cor laranja, como cenoura, abóbora e batata-doce; 
  • Vegetais de folhas verde-escuras, como espinafre, couve, brócolis, couve-de-bruxelas e acelga; 
  • Fígado, especialmente de boi; 
  • Gema de ovo; 
  • Peixes gordurosos, como salmão, cavala e atum.

Vitamina B12

  • Carnes (principalmente fígado e carne bovina), 
  • Peixes (sardinha, salmão), 
  • Ovos 
  • produtos lácteos (leite e queijo)

Vitamina C

  •  Frutas como acerola, caju, abacaxi, goiaba, laranja, Kiwi, manga, morango
  • Legumes e verduras como brócolis, pimentão (especialmente o amarelo), couve, repolho, espinafre, batata doce

Vitamina D

  • Peixes gordurosos (salmão, atum, sardinha)
  • Gema de ovo
  • Fígado
  • Queijos

Porém a principal fonte de produção da vitamina D é através da exposição ao sol

Conclusão

Monitorar as vitaminas é uma maneira inteligente e preventiva de cuidar da saúde. A dosagem laboratorial permite ajustar alimentação, suplementação e hábitos de vida com precisão, garantindo mais energia, disposição, imunidade e equilíbrio. O Laboratório Santa Cecília está preparado para oferecer esse cuidado de forma completa, segura e personalizada.

Cuide do seu bem-estar com atenção e responsabilidade. Agende sua dosagem de vitaminas no Laboratório Santa Cecília e dê um passo importante rumo a uma vida mais equilibrada e saudável.

Nota: Este conteúdo é meramente informativo e não pretende substituir consultas médicas, avaliações por profissionais de saúde ou fornecer qualquer tipo de diagnóstico. Importante ressaltar que diagnósticos e tratamentos devem ser sempre indicados por uma avaliação médica individual. Em caso de dúvidas, converse com seu médico.

Câncer de próstata: o que você precisa saber e como os exames ajudam na detecção precoce!

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O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer mais comum entre homens no Brasil, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Apesar de frequente, suas chances de cura são extremamente altas quando o diagnóstico é feito precocemente. Por isso, conhecer os fatores de risco, os sintomas e, principalmente, os exames preventivos é essencial para preservar a saúde masculina, especialmente a partir dos 40 anos.

Neste artigo, você vai entender como o câncer de próstata se desenvolve, por que ele é perigoso quando não diagnosticado a tempo e quais exames são fundamentais para garantir um acompanhamento preventivo eficaz.

O que é o câncer de próstata?

A próstata é uma glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, responsável por produzir parte do sêmen. O câncer de próstata ocorre quando células dessa glândula começam a se multiplicar de forma descontrolada, formando tumores que podem ser localizados ou invasivos, com risco de se espalharem para outros órgãos.

Mais comum em homens com mais de 50 anos, mas fatores genéticos e estilo de vida também influenciam. Por isso, entender os riscos e realizar exames regularmente é fundamental.

Fatores de risco mais importantes

Alguns homens têm maior probabilidade de desenvolver câncer de próstata. Entre os principais fatores estão:

1. Idade acima de 50 anos

A incidência aumenta significativamente com o envelhecimento.

2. Histórico familiar

Homens cujo pai, avô ou irmão tiveram câncer de próstata devem iniciar os exames mais cedo, por volta dos 40 a 45 anos.

3. Fatores genéticos

Alterações hereditárias em genes como BRCA1, BRCA2 e HOXB13 podem elevar o risco.

4. Raça

Homens negros têm maior predisposição e devem redobrar a atenção.

5. Hábitos e estilo de vida

Sedentarismo, obesidade e alimentação baseada em gorduras saturadas podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

Quais são os sintomas do câncer de próstata?

Uma das maiores dificuldades no combate ao câncer de próstata é que, em grande parte dos casos, o tumor não apresenta sintomas em suas fases iniciais. Quando os sinais aparecem, podem incluir:

  • Dificuldade para urinar;
  • Jato de urina fraco ou interrompido;
  • Necessidade de urinar com mais frequência, especialmente à noite;
  • Dor ou ardência ao urinar;
  • Sangue na urina ou no sêmen;
  • Dor na região lombar ou pélvica.
  • Dor durante a ejaculação
  • Disfunção erétil

Mas é importante reforçar: não ter sintomas não significa ausência da doença e nem manifestar um ou mais desses sinais e sintomas não significa, necessariamente, a presença de câncer de próstata. Alguns deles são comuns a outras doenças, como a hiperplasia prostática benigna, que é o aumento da próstata. Para confirmar ou descartar suspeitas, é necessário se consultar com um médico, que irá solicitar exames de diagnóstico. E por isso exames preventivos  são indispensáveis.

Como os exames ajudam na detecção precoce?

A detecção precoce aumenta drasticamente as chances de cura e amplia as opções de tratamento. Os principais exames solicitados pelos médicos para rastreamento e diagnóstico são:

1. Exame de PSA (Antígeno Prostático Específico)

O PSA é um exame de sangue que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata. Se o nível estiver elevado, pode indicar a presença de câncer ou de outras doenças da glândula, como hiperplasia benigna, infecções, ISTs, entre outras. No entanto, o resultado também pode ser alterado por falhas no preparo do paciente antes da coleta. Por isso, é fundamental destacar que alguns procedimentos interferem no exame e que seguir rigorosamente as orientações de preparo para a coleta fornecidas pelo laboratório é essencial para garantir a confiabilidade do resultado.

Instruções para coleta:

  • Não realizar exercícios físicos pesados nas últimas 24h.
  • Não andar de bicicleta, cavalo, moto ou trator nos últimos 2 dias.
  • Não ter relações sexuais ou masturbação nos últimos 2 dias.
  • Não se submeter a toque retal, sondagem uretral ou usar supositórios nos últimos 3 dias.
  • Não fazer cistoscopia nos últimos 5 dias.
  • Não fazer ultrassom transretal nos últimos 7 dias.
  • Não se submeter a massagem prostática nos últimos 10 dias.
  • Não fazer colonoscopia ou retossigmoidoscopia nos últimos 15 dias.
  • Não fazer estudo urodinâmico nos últimos 21 dias.
  • Não fazer biópsia de próstata nos últimos 30 dias.

Se for necessário realizar algum dos procedimentos mencionados, aguarde para fazer o exame ou consulte seu médico, que poderá orientá-lo sobre o momento mais adequado para realizar o PSA.

O PSA é um dos testes mais importantes para acompanhamento anual.

2. Toque retal

Permite que o médico avalie o tamanho, formato e consistência da próstata. Embora simples, ainda é um exame cercado de tabus. Vale lembrar:
Um exame que dura segundos pode salvar sua vida.

3. Outros exames (quando indicados)

Em casos de alterações nos exames iniciais, o médico pode solicitar:

  • PSA Livre
  • Ressonância magnética
  • Ultrassom transretal
  • Biópsia
  • PHI Índice de Saúde da Próstata

Esses exames são úteis para confirmar o diagnóstico e avaliar o estágio da doença.

Quando começar os exames preventivos?

As recomendações gerais são:

  • Homens a partir de 50 anos: realizar PSA anualmente.
  • Homens com histórico familiar ou negros: iniciar aos 40–45 anos.
  • Homens com alterações genéticas hereditárias: acompanhamento individualizado, definido pelo médico.

A prevenção é um compromisso contínuo. Quanto mais cedo for iniciada, maior a chance de tratamento eficaz.

Estilo de vida também importa

Além dos exames laboratoriais, mudanças simples na rotina ajudam a reduzir o risco:

  • Alimentação rica em frutas, legumes e fibras;
  • Redução do consumo de alimentos ultraprocessados e gordurosos;
  • Prática regular de atividade física;
  • Controle do peso;
  • Abandono do tabagismo.

Cuidar da saúde é um conjunto de ações — e todas elas são importantes.

Conclusão: prevenção salva vidas

O câncer de próstata pode ser silencioso, mas seus danos podem ser evitados com atitudes simples: realizar os exames preventivos, manter hábitos saudáveis e conhecer seu histórico familiar.

O diagnóstico precoce não só salva vidas, mas permite tratamentos menos invasivos e muito mais eficazes.

O Laboratório Santa Cecília oferece exames completos para avaliação da saúde masculina, incluindo PSA Total e Livre, PHI, exames hormonais, painéis genéticos, check-ups completos e muito mais.

Garanta sua segurança e tranquilidade: agende seu exame em uma de nossas unidades ou pelo WhatsApp e cuide da sua saúde hoje mesmo.

Muito além do BRCA1 e BRCA2: conheça o Painel de Câncer Hereditário do Laboratório Santa Cecília

Muito além do BRCA1 e BRCA2: conheça o Painel de Câncer Hereditário do Laboratório Santa Cecília

O Outubro Rosa é um mês dedicado ao cuidado e à conscientização sobre a saúde da mulher, especialmente na prevenção e detecção precoce do câncer de mama e do colo do útero.

Mas você sabia que cerca de 5% a 10% dos casos de câncer de mama estão relacionados a alterações genéticas herdadas?
Essas informações, reveladas pela genética, podem ser decisivas para quem deseja adotar estratégias de cuidado mais assertivas e preventivas.

Durante muito tempo, os estudos sobre o câncer hereditário se concentraram nos genes BRCA1 e BRCA2, conhecidos por estarem ligados ao risco aumentado de câncer de mama e ovário.
Porém, a ciência avançou — e hoje é possível identificar muito mais genes que podem influenciar o desenvolvimento de diferentes tipos de câncer.

Pensando nisso, o Laboratório Santa Cecília oferece o Painel de Câncer Hereditário, um exame genético completo que analisa 37 genes associados a diversos tipos de câncer, incluindo:

  • Mama e ovário
  • Endométrio
  • Pâncreas
  • Colorretal
  • Próstata, entre outros.

Esse exame é uma ferramenta poderosa para identificar predisposições genéticas e ajudar médicos e pacientes a tomarem decisões preventivas e personalizadas, com base no perfil genético de cada pessoa.

Vale lembrar:
Ter uma predisposição genética não significa que você desenvolverá a doença, mas sim que possui um risco aumentado e pode adotar medidas preventivas e de monitoramento mais eficazes.

No Laboratório Santa Cecília, unimos tecnologia de ponta, segurança e cuidado humano para que você tenha respostas confiáveis e suporte completo na busca pela sua saúde e tranquilidade.

Converse com seu médico sobre o Painel de Câncer Hereditário e descubra como a genética pode ser uma aliada poderosa na prevenção.

Laboratório Santa Cecília: Cuidando do seu presente para proteger o seu futuro.